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Unimed-BH-On-line nº620

Central Nacional Unimed: saiba mais sobre nova gestão

Como parte do nosso compromisso com a transparência, seguimos atualizando os cooperados sobre a atual situação da Central Nacional Unimed (CNU).

Em Assembleia Geral realizada em 11 de março, representantes das singulares de todo o Sistema Unimed elegeram os novos membros do Conselho de Administração, da Diretoria Estatutária e do Conselho Fiscal da CNU.

 

Com a eleição, o cargo de diretor-presidente será ocupado pelo médico Luiz Otávio Fernandes de Andrade, que vinha atuando como presidente da Unimed Federação Minas (gestão 2022–2026) e já integrou a diretoria da Unimed-BH nas gestões de 2006 a 2010 e de 2010 a 2014.

Também compõem a nova Diretoria Estatutária:

- Otto Cézar Barbosa Júnior – Diretor Financeiro e Administrativo
- Fernando José Pinto de Paiva – Diretor de Provimento e Saúde
- Paulo Roberto de Oliveira Webster – Diretor de Operações
- Marcelo Couto Luna de Almeida – Diretor de Mercado

A nova diretoria já iniciou uma reestruturação, que inclui a revisão dos contratos com hospitais, clínicas, laboratórios, fornecedores e as 300 cooperativas médicas do Sistema Unimed. Essa reestruturação ocorre após a capitalização que vem sendo feita por todas as singulares do Sistema Unimed visando equilibrar a situação financeira da CNU (relembre aqui a notícia divulgada em janeiro explicando o processo de capitalização da Central Nacional Unimed).

Segundo o novo presidente da CNU, os contratos dos clientes também serão analisados de forma individualizada. “Nem sempre reajuste é a solução. Há muitos casos em que é melhor aplicar uma ação customizada. Por exemplo, se a fonte de gasto elevado em uma carteira vem de determinados usuários, talvez vale separá-los, ter ações específicas, para não gerar sinistro alto para todos”, disse.

Sobre as cooperativas médicas deficitárias, Luiz Otávio esclarece que, em sua visão, só é possível assumi-las se houver uma contrapartida de capital. No passado, a CNU assumiu as carteiras das s de São Paulo, Brasília, Manaus, São Luís, além de Salvador, Ilhéus, Santo Antônio de Jesus e Feira de Santana (na Bahia). “A carteira de São Paulo tinha muitos planos individuais, é muito grande. Já faz tempo que assumimos, mas até hoje tem impactos negativos. A  Salvador tem muita judicialização. Se elas estão em situação financeira deficitária, é sinal de que há riscos”, disse.

 

Confira abaixo a composição do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal:

 

 

 

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