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Unimed-BH On-line nº701

Cooperada mantém há 18 anos projeto de dança voltado à terceira idade

Há 18 anos, a cooperada da Psiquiatria Anna Karla Rocha Santana dedica parte do seu tempo a uma iniciativa que leva movimento, acolhimento e alegria para mulheres da terceira idade. Criado em 2008, o Grupo Alegria de Viver nasceu com o propósito de incentivar o envelhecimento ativo por meio da dança e da convivência social, promovendo benefícios que vão muito além da atividade física.

As aulas acontecem todas as sextas-feiras no salão paroquial da Igreja Santa Margarida Maria Alacoque, em Belo Horizonte, e reúnem cerca de 20 participantes com idades entre 60 e 92 anos. Em um ambiente acolhedor e descontraído, elas encontram uma oportunidade de cuidar da saúde física e mental e fortalecer vínculos.

Cooperada Anna Karla Rocha Santana agachada, com suas alunas em uma aula de Dança Cigana. 


Além dos encontros semanais, as participantes realizam apresentações em hospitais, instituições de longa permanência para idosos, escolas e eventos comunitários. O grupo também já participou do Festival Idoso Protagonista, promovido pelo Grupo de Estudos do Envelhecimento (GREN), levando sua mensagem de vitalidade e inclusão para diversas cidades do interior de Minas Gerais.


A inspiração para o projeto surgiu da própria história da cooperada. Apaixonada pela dança desde a infância, Anna Karla encontrou na dança cigana uma atividade capaz de transformar sua autoestima, sua expressão corporal e seu bem-estar emocional. Ao perceber os benefícios que a prática trouxe para sua vida, decidiu compartilhar essa experiência com outras mulheres.


Quando dançar é também uma forma de cuidar

Além das coreografias, as participantes do Grupo Alegria de Viver encontram um espaço para aprenderem a se expressar, cultivar amizades e viver novas experiências. A iniciativa mostra que o cuidado com a saúde também passa pela valorização da autoestima e da alegria de estar em comunidade.

"Sempre fui encantada pela dança e, quando conheci a dança cigana, percebi uma transformação muito positiva na minha vida. A prática me ajudou a vencer a timidez, melhorar minha expressão corporal e fortalecer meu bem-estar físico e emocional. Como médica, senti o desejo de proporcionar essa mesma experiência a outras mulheres. Ver cada participante se desenvolvendo, criando laços e descobrindo novas possibilidades nessa fase da vida é uma das maiores recompensas que já recebi. Sou profundamente grata por tudo o que o Grupo Alegria de Viver representa para tantas pessoas, inclusive para mim.", reforça Anna Karla. 


Você pode contribuir com o projeto
por meio da doação de recursos ou materiais para figurinos, como lenços, tecidos, xales e acessórios de cabelo, fortalecendo a continuidade das ações desenvolvidas pelo grupo. Entre em contato pelo Instagram: @danca.ciganaalegriadeviver.

 

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