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Unimed-BH On-line nº 689

Carrinho elétrico torna o atendimento pediátrico mais acolhedor na Unimed-BH

Entrar em um centro cirúrgico ou realizar um procedimento hospitalar pode ser um momento de vulnerabilidade para qualquer pessoa. Para crianças, essa sensação tende a ser ainda mais intensa, já que envolve separação da família, contato com equipamentos desconhecidos e medo do que está por vir. Para tornar essa entrada mais leve, os pacientes da Unimed-BH contam com um carrinho elétrico motorizado no Hospital Unimed Betim e no Hospital Infantil Unimed São Camilo.

A proposta é simples, mas tem impacto direto na experiência assistencial. Em vez de seguir por parte do trajeto em macas tradicionais, a criança que se enquadra no perfil eletivo para a experiência percorre o caminho em um veículo lúdico. 

Foi o caso de Ana Beatriz. Segundo a mãe, Ana Clara, o uso do carrinho ajudou a transformar um momento de tensão em uma experiência mais leve. “A Ana costuma ficar bastante agitada antes dos procedimentos hospitalares. A experiência de ir para o exame no carrinho elétrico trouxe descontração e acolhimento, contribuindo significativamente para deixá-la mais tranquila e confortável durante o processo”. 

Caio da Silva, pai do Luka Felipe, também destacou a alegria de toda família com a iniciativa.  "A gente está super feliz com o atendimento da Unimed-BH, com essa brincadeira que ele teve no carrinho, que tira um peso das costas imenso. A gente está superfeliz, ele está superfeliz! Quero agradecer de coração."

Luka Felipe curtindo o seu momento no carrinho elétrico!


Com a boa aceitação, o uso do carrinho foi ampliado e passou a fazer parte de difer
entes etapas da jornada do paciente pediátrico. Hoje, ele pode ser utilizado tanto na ida quanto no retorno do bloco cirúrgico, além de apoiar crianças em situações como altas hospitalares após internações de longa permanência, transição da UTI para a unidade de internação e em casos de dificuldade de locomoção.

Nesses contextos, o carrinho vai além da função de transporte. O deslocamento pelos corredores ajuda a reduzir o estresse, promove bem-estar e cria momentos de “conexão e de diversão” em meio à rotina hospitalar. 

Brincar como cuidado

A humanização no ambiente hospitalar é uma diretriz reconhecida nas políticas públicas de saúde. A publicação O Brincar nos Hospitais Pediátricos, produzida pelo Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira e pela Fundação Oswaldo Cruz, destaca que a atividade lúdica tem valor nos processos de adaptação, socialização e redução da dor da criança hospitalizada, além de favorecer o desenvolvimento cognitivo, motor, social e afetivo. 

Para a pediatra e Diretora de Relacionamento com o Cooperado e Sustentabilidade, Silvana Teotônio, a medida contribui para reduzir a tensão em um momento delicado da jornada do paciente. “O cuidado em saúde não é definido apenas pela realização procedimento ou atendimento assistencial. Ele inclui desde a forma como a criança é recebida, orientada e acolhida. Quando conseguimos reduzir o medo e tornar o ambiente mais amigável, também favorecemos uma experiência mais segura e tranquila para o paciente e para a família”.

A chegada do carrinho elétrico também fortalece a atuação das equipes multiprofissionais, que lidam diariamente com o desafio de comunicar procedimentos de forma compreensível para crianças. O recurso não substitui protocolos técnicos, preparo cirúrgico ou orientações clínicas, mas funciona como apoio para reduzir a ansiedade e criar vínculo entre paciente, família e profissionais de saúde.

Assista ao vídeo e confira mais depoimentos de pais e da equipe assistencial sobre a iniciativa: 

 

 

 

 

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